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CAM: Olhar, Ver, Interpretar III: Realidade/Realidades

Rui Sanches 1994 Infinito

Magritte 1933 La condition Humaine

2 comentários:

  1. Gostei imenso da obra "infinito" de Rui Sanches porque foi uma das que mais me ligou num sentido de reflexão. Não sei bem porquê mas criei uma conexão a nível visual e conceptual com essa obra, pelo aspecto das esferas pretas, pelos espelhos, pelas camadas de madeira, mal a avistei. O que prova mais que não é possível não interpretar uma obra ou passar por uma experiência estética quando há o contacto visual com uma. Vou tentar dar uma reflexão completa e transparente sobre a obra.

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  2. Achei esta obra particularmente interessante. Acho que foi de grande audácia o autor recorrer ao espelho, um simples objecto do dia a dia (algo tão presente, tão perceptível) para retratar o infinito que, na realidade, é mesmo isso que qualquer reflector transmite.. Vejo também aqui um grande contraste no papel do espelho: o facto de quando nos apresentamos diante dele este transmite-nos a nossa imagem apenas, como pode transmitir algo infinito se não nos pusermos lá como obstáculo.

    Mariana Sá

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